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O QUE É NECESSÁRIO NUMA SESSÃO DE COACHING

José Roberto Marques na obra Coaching de A a Z, bem define:

As sessões de Coaching são feitas por meio de encontros semanais, quinzenais ou mensais, isso depende do acordo que é firmado entre coach e coachee. A sessão não tem uma duração estabelecida de forma fixas e imutável, podendo variar entre 1 hora até 2 horas.

Durante o tempo da sessão, o profissional coach incentiva o coachee a identificar os seus valores essenciais e leva-o a demonstrá-los, incentivando uma conduta de integridade pessoal. O coach desafia o coachee a sonhar acordado, gerando para si um olhar de futuro que o anime a usar toda a sua energia para a caracterização do que almeja.

Tudo em uma sessão de coach se inicia pela capacidade que o coach possui de formar o campo relacional gerado pelo rapport. Para  que isso aconteça, é necessário que o coach acompanhe e conduza o seu coachee.

Mais do que acompanhamento, um coach precisa sentir as palavras do coachee, buscando sempre sentir as mesmas sensações do coachee. Por isso, sessão de Coaching é um processo que utiliza técnicas, ferramentas e recursos de diversas ciências, é um mix. É um processo que produz mudanças positivas e duradouras, é uma oportunidade de visualizar de maneira clara os pontos individuais, podendo aumentar a confiança, quebrar barreiras e limitações, fazendo com que as pessoas atinjam o seu potencial máximo e alcancem suas metas.

Nesse processo, o cliente leva questões de sua vida ao coach, este o estimula a identifica-las e o conduz à busca de soluções através de suas próprias habilidades. No âmbito profissional, o processo leva o indivíduo a reconhecer suas competências, a estabelecer metas e desenvolver uma estratégia para planejar sua carreira em sinergia com seus propósitos pessoais[1].

Assim, podemos dizer que primeiramente é necessário que se estabeleça uma boa conexão entre coach e coachee, cabendo ao coach com a experiência de suas próprias sessões criar suas próprias técnicas para esta conexão. O chamado rapport, estado onde o indivíduo se conecta com o outro de modo que praticamente todo o universo parece não mais fazer sentido e todo que realmente existe está na ligação profunda entre coach e coachee, é fundamental para uma boa sessão de Coaching.

O Rapport, sim pode ser entre duas  ou mais pessoas,  e para que se estabeleça é essencial uma interação pelo contato  olho no olho, também o abraço auxilia na proximidade e conexão, na criação de  um ambiente seguro para coach e coachee.

O acolhimento é o primeiro passo para uma boa conexão, é fundamental passar confiança para o  coachee  para que a sessão tenha de fato o resultado esperado.  Imprescindível esclarecer o que é Coaching, realizado o chamado Coaching Education, para que o coachee compreenda o processo de coaching, qual o papel do coach neste e sua grande importância para o êxito com o alcance do estado por ele, coachee, desejado, já que é o ator principal de sua própria história.

Um bom coach deve essencialmente gerar um estado de receptividade através de poderosas perguntas introdutórias,  do   coaching education, de sua autopresentação, uso de ferramentas em consonância com o trabalho a ser realizado no caso concreto, para a condução de um processo efetivo para alcance do estado desejado pelo coachee. Sendo fundamental que durante todo o trabalho de coaching o coach esteja pronto a avaliar a qualidade e eficácia das sessões para o coachee, sabendo mudar o curso do processo em tempo para que haja ao final do contrato firmado um êxito real. Assim, ao final de cada sessão é importante não apenas fazer mas buscar saber qual o aprendizado do coachee, a tarefa que este se propõe, e já definir data e horário da próxima sessão.

O trabalho do coach vai além da uma hora e meia ou duas horas de cada sessão, sendo importante no espaço entre as sessões se conectar com seu coachee de outros meios, tais como whatsapp ou e-mail. O bom coach faz com que o coachee sinta que efetivamente ele se encontra inserido em seu processo e sempre pronto apoiá-lo e acompanha-lo.

[1] MARQUES, José Roberto. Coaching de A  a  Z. Goiania: Editora IBC, 2015, p . 251-252.

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